o coletivo é, acima de tudo, um compêndio do moderno, da necessidade do consumo e da modernidade absurda.

nós somos contra o laico, o neutro, o morno. por isso, a glória está em nosso altar. a glória é um ícone do paganismo, a glória é polarizante, a glória é quente. a glória é uma nova tendência global.

em tempos em que o minimalismo está em voga, trazemos um pouco de vazio para a comunidade que carece de um pouco de abstracionismo barato.

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domingo, 22 de outubro de 2006
Outros filmes deste sábado
Deus e o diabo em cima da muralha
"Mais um filme sobre o Carandiru", disse Tocha Alves, diretor. Agora a visão apresentada é a dos empregados, que neste documentário contam suas impressões sobre a vida na cadeia. Bacana. Claro que o Doutor Dráuzio Varella está lá também, ouvindo as histórias interessantes do pessoal da administração penitenciária.

O sarcófago macabro
Bem-produzido e animadinho. O filme traz a história da mumificação de Hitler e sua vinda para a Argentina. Dizem que ele ainda vive com nosos hermanos. Tem até o maestro Júlio Medaglia nessa brincadeira filmada por Ivan Cardoso.

Olhe para os dois lados
Seguindo a escola dos independentes americanos, mas é australiano. Tem gente que é obsessiva e sempre pensa no pior. Na verdade, tem dias que você acha que vai morrer. Os personagens da Sarah Watt pensam freqüentemente nessa possibilidade depois de viverem momentos de inflexão em suas vidas.

São, claro, típicos personagens de um filme independente americano. Problemáticos, pensativos, observadores etc. Entre um e outro jogo de críquete, rende risadas e vem com aquela chuva básica para refrescar e purificar. Aliás, o artifício da chuva é usado com bastante freqüência quando o diretor/roteirista não sabe o que fazer. De resto, o sotaque australiano é meio estranho e eles dizem "bloody hell". Gostei.
Elder Costa | 00:34

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