o coletivo é, acima de tudo, um compêndio do moderno, da necessidade do consumo e da modernidade absurda.

nós somos contra o laico, o neutro, o morno. por isso, a glória está em nosso altar. a glória é um ícone do paganismo, a glória é polarizante, a glória é quente. a glória é uma nova tendência global.

em tempos em que o minimalismo está em voga, trazemos um pouco de vazio para a comunidade que carece de um pouco de abstracionismo barato.

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sábado, 26 de agosto de 2006
O coração ainda está batendo
Um homem jovem está no melhor momento da carreira. É bonito, namora, chama atenção, é um pouquinho egoísta e hipoteticamente invencível. Descobre ter câncer e que o tempo médio de vida restante em casos como o seu é três meses.


François Ozon disse que a morte é uma obsessão antiga, que era fascinado pela idéia quando criança. Resolveu fazer uma trilogia sobre o tema, da qual "O Tempo que Resta" é o segundo filme. Romain é o personagem do parágrafo e da foto acima.

A fuga do clichê é quase impossível numa história que trata da proximidade da morte e nessa produção não é diferente. Claro que não temos um personagem chorando (o tempo todo) pelos cantos, abraços ou frases de gosto duvidoso, mas o contraponto entre morte e nascimento está lá, pulsante.

Esse contraponto é o mote principal e, dele, surge uma relação interessante entre alguns personagens. Fora isso, Romain é perseguido por lembranças da infância e por um certo sentimento de "preciso resolver algumas pendências". A coincidência é que estava pensando nisso -- no que eu gostaria de fazer caso descobrisse que teria pouco tempo de vida -- nessa semana. Claro que também só me lembrei de clichês.
Elder Costa | 23:19

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