o coletivo é, acima de tudo, um compêndio do moderno, da necessidade do consumo e da modernidade absurda.

nós somos contra o laico, o neutro, o morno. por isso, a glória está em nosso altar. a glória é um ícone do paganismo, a glória é polarizante, a glória é quente. a glória é uma nova tendência global.

em tempos em que o minimalismo está em voga, trazemos um pouco de vazio para a comunidade que carece de um pouco de abstracionismo barato.

outros blogs
breve-brevíssimo
boulevard des capucines
cinismo cotidiano
depósito
diário de olinda
diário do porto
me exorcisa
pingüim de cócoras
sagomadarrea
subverso
a vida en-cena
yudsen

mais recentes
Extremamente bom
Lê a imprensa
Formiguinhas
Outra vez a Roosevelt
Biblioteca Básica
Agenda Cultural
Sai Verinha, entra Aninha
Biblioteca Básica
Favorite Person
Diálogos do Cotidiano

arquivos
junho 2005
julho 2005
agosto 2005
setembro 2005
fevereiro 2006
março 2006
abril 2006
maio 2006
junho 2006
julho 2006
agosto 2006
setembro 2006
outubro 2006
novembro 2006
dezembro 2006
janeiro 2007
fevereiro 2007
março 2007
abril 2007
maio 2007
agosto 2007
setembro 2007
outubro 2007
novembro 2007
dezembro 2007
janeiro 2008
fevereiro 2008
março 2008
abril 2008
maio 2008
junho 2008

 
sábado, 5 de agosto de 2006
Paixões - II
Continuando a série, vou falar aqui de clipes. Mais precisamente, falarei dos melhores clipes do mundo (que me lembrei agora). Eu poderia passar horas assistindo a todos repetidas vezes, cantando as músicas e imitando coreografias. Ok, a última afirmação não é verdadeira. Então esses são alguns dos melhores clipes do mundo. Se fosse esperar mais tempo pra pensar antes de publicar, com certeza a lista ao menos triplicaria. Entre nos links e se divirta.

Vou começar por um exemplo fantástico com música eletrônica. Esse estilo não costuma ter clipes muito bons -- na verdade, não costuma ter clipes – mas Spike Jonze conseguiu fazer um dos melhores para a música "Elektrobank", do Chemical Brothers. Em 1997, ele e Sofia Coppola estavam a dois anos de se casar e, por isso, a diretora de "Encontros e Desencontros" acabou participando da história: ela é a personagem principal fazendo o papel de ginasta.

Antes, em 1995, Jonze já havia dirigido o divertido "It's Oh So Quiet", da estranhíssima Bjork. Ainda na lista dele, no mesmo ano em que foi feito o clipe com sua futura esposa, filmou "Da Funk", primeiro grande sucesso do Daft Punk, com um cachorro simpático andando pelas ruas de uma cidade.

Around The World (Daft Punk)
Só que o duo francês tem seu clipe antológico na música "Around The World", dirigido por Michel Gondry naquele produtivo 1997. Além do sucesso da faixa ter sido maior que o de "Da Funk", milhares de pessoas ao redor do mundo imitaram as coreografias repetitivas e aparentemente sem sentido. O que poucos sabiam é que as coreografias tinham, sim!, sentido e sinalizavam os elementos da música: graves, agudos, guitarras, bateria e, claro, a voz de robô que repete o título da produção 144 vezes.

Digressão: esses dois vídeos foram homenageados no ano passado com o clipe de Chris Cairns para "Daft Punk Is Playing at My House", do LCD Soundsystem.
Monsieur Gondry não parou de fazer clipes bons. Têm a assinatura dele "The Hardest Button to Button" e "Fell In Love With a Girl" do White Stripes (esse último inspirado em... Lego) além de "Star Guitar", do Chemical Brothers.

The Hardest Button to Button (White Stripes)
Caso interessante de se analisar é o de Diane Martel. Antes de ter dirigido o ótimo "Do You Want To", para Franz Ferdinand, ela tinha rodado vários clipes para Mariah Carey, Christina Aguilera e Ricky Martin. Um salto qualitativo, eu diria. Infelizmente, ao que parece voltou a fazer vídeos com gente estranha.
Elder Costa | 03:14

Comentários:
Postar um comentário