o coletivo é, acima de tudo, um compêndio do moderno, da necessidade do consumo e da modernidade absurda.

nós somos contra o laico, o neutro, o morno. por isso, a glória está em nosso altar. a glória é um ícone do paganismo, a glória é polarizante, a glória é quente. a glória é uma nova tendência global.

em tempos em que o minimalismo está em voga, trazemos um pouco de vazio para a comunidade que carece de um pouco de abstracionismo barato.

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sábado, 26 de agosto de 2006
Cinema, parte 3
No terceiro post seguido sobre cinema, quero comentar que o Festival de Curtas está muito bom. Hoje o dia estava quente, com um belo sol e pessoas caminhando pela Paulista. Qual a melhor opção, fora ir ao bar? Assistir a alguns curtas. Abaixo, sinopses do que vi.


"O poeta dinamarquês", de Torill Kove (Noruega/Canadá) é uma animação muito simpática que fala sobre as coincidências da vida. "Sr. Malikai em guerra contra o avião", de Drew Blatman (EUA) é praticamente um conto fantástico que bem poderia ter sido escrito por Júlio Cortázar. "Mesmo que ela fosse uma criminosa...", de Jean-Gabriel Périot (França) se trata de um quase-documentário sobre um episódio bastante específico da história francesa e posso dizer que foi feito basicamente com trabalho de edição.

Na lista de filmes bizarros à sua maneira, incluo "A última ficha", de Heng Tang (Austrália), "Proteção", de Christos Nikoleris (Grécia) e "Tatana", de João Ribeiro (Moçambique).

Entre outros, está em cartaz "Nunca como da primeira vez", de Jonas Odell (Suécia), que vi há algumas semanas no Anima Mundi, e mais centenas de títulos. A mostra é gratuita e vai até o dia três, em vários endereços.
Elder Costa | 23:48

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