o coletivo é, acima de tudo, um compêndio do moderno, da necessidade do consumo e da modernidade absurda.

nós somos contra o laico, o neutro, o morno. por isso, a glória está em nosso altar. a glória é um ícone do paganismo, a glória é polarizante, a glória é quente. a glória é uma nova tendência global.

em tempos em que o minimalismo está em voga, trazemos um pouco de vazio para a comunidade que carece de um pouco de abstracionismo barato.

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terça-feira, 20 de junho de 2006
Declaração
Houve uma época em que era obrigatório. Desde 1943 ele não existe em Portugal e aqui no Brasil seu uso é meio disperso. Em 1995 foi aprovado em nosso Congresso o "Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa", que abole o trema, mas o texto não entrou em vigor. Pelo menos um jornal de grande circulação não o usa e boa parte da população também não. Isso me leva a concluir que daqui a algum tempo ninguém vai se lembrar de tão simpático sinal.

É uma pena, pois o trema sempre esteve presente nos livros de português pra nos ajudar a diferenciar "gue" de "güe" e "qui" de "qüi", por exemplo. Gosto também talvez porque quase ninguém o utilize. Assim como o acento grave, aquele da crase, mas esse o pessoal não usa direito porque não sabe. Outra coisa que não têm usado com freqüência (olha o trema aí) é o travessão. Hoje todos os diálogos são indicados com aspas. Mania feia.

Vou fundar o Movimento Viva o Trema. Faremos passeatas na avenida Paulista. Quero um artista popular para criar nossa canção oficial. Crianças vestirão roupas com bolinhas, pessoas terão antenas e chamaremos a atenção da população para este tema tão importante.
Elder Costa | 01:30

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