o coletivo é, acima de tudo, um compêndio do moderno, da necessidade do consumo e da modernidade absurda.

nós somos contra o laico, o neutro, o morno. por isso, a glória está em nosso altar. a glória é um ícone do paganismo, a glória é polarizante, a glória é quente. a glória é uma nova tendência global.

em tempos em que o minimalismo está em voga, trazemos um pouco de vazio para a comunidade que carece de um pouco de abstracionismo barato.

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domingo, 4 de junho de 2006
Bande à Part


Bande à Part, de Jean-Luc Godard, é um filme estranho. Estranho porque não possui um roteiro fantástico e nem mesmo uma história muito cativante, mas ainda assim é incensado como um dos marcos da nouvelle vague. Basicamente conta a história de dois rapazes que convencem uma garota a participar de um assalto a seus próprios tios.

Talvez eu o ache estranho ou "overrated" porque tenho pouco ou nenhum referencial sobre a nouvelle vague para poder analisar este filme estética, técnica e historicamente, mas nele existem duas cenas ótimas, indpendentes do movimento a que o filme pertence, que justificam uma recomendação.

A primeira cena marcante é aquela em que os três dançam um madison em um café parisiense. Simplesmente hipnotizante. E asseguro a vocês que a coreografia parece complexa mas é bem fácil, hehehe. Obs.: Não tentem fazer esta dancinha no Top Center, aqui em São Paulo, porque não pode.

A segunda delas é aquela em que os três saem correndo pelos corredores do Louvre para matar o tempo, e que ficou infinitamente mais divertida e transgressora nas mãos de Bernardo Bertolucci, em Os Sonhadores.
Maurício Alcântara | 23:59

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