o coletivo é, acima de tudo, um compêndio do moderno, da necessidade do consumo e da modernidade absurda.

nós somos contra o laico, o neutro, o morno. por isso, a glória está em nosso altar. a glória é um ícone do paganismo, a glória é polarizante, a glória é quente. a glória é uma nova tendência global.

em tempos em que o minimalismo está em voga, trazemos um pouco de vazio para a comunidade que carece de um pouco de abstracionismo barato.

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quarta-feira, 1 de novembro de 2006
Volver
Há algum tempo fiquei meio enjoado do mundo de Pedro Almodóvar. Todas aquelas cores e travestis me deixaram entediado. Uma mudança aconteceu neste novo "Volver", muito melhor e menos afetado que seu antecessor.

Como o nome diz, é uma história de retornos: da volta do mundo dos mortos e da volta à vida normal depois de traumas. Bem menos bizarro que a média almodovariana e mais engraçado, o filme é envolvente e cheio de subplots e reviravoltas. Começa pouco colorido e vai ficando cada vez mais conforme os segredos vão sendo revelados.

As mulheres, claro, são o foco. Elas são mostradas com seus problemas e o trabalho duro para resolvê-los. Sozinhas, passam por cima de tudo numa atitude quase "não precisamos dos homens", seja num enterro bastante simbólico ou na abertura de um novo restaurante. Muito bom.
Elder Costa | 12:09

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