o coletivo é, acima de tudo, um compêndio do moderno, da necessidade do consumo e da modernidade absurda.

nós somos contra o laico, o neutro, o morno. por isso, a glória está em nosso altar. a glória é um ícone do paganismo, a glória é polarizante, a glória é quente. a glória é uma nova tendência global.

em tempos em que o minimalismo está em voga, trazemos um pouco de vazio para a comunidade que carece de um pouco de abstracionismo barato.

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sábado, 28 de outubro de 2006
Daft Punk - Tim Festival 2006
Começou com 65 minutos de atraso, mas rapidamente me esqueci disso. O show do Daft Punk ontem, na Marina da Glória, foi exatamente o que eu já sabia: ótimo. Com o mesmo set-list das outras apresentações ao redor do mundo, foi como se eu ouvisse mais uma vez o áudio do show no Coachella, facilmente encontrável em MP3. A diferença é que eu estava lá ao vivo vendo tudo.

O visual é parte importantíssima. A pirâmide em que a dupla fica durante a apresentação brilha, muda de cor, mostra fotos e tem luzes. Atrás dela, um telão se ilumina com desenhos, estrelas e palavras. O som da tenda principal do Tim Festival estava ótimo, com os graves batendo forte e a música alta.

Teve uns momentos nos quais eu achei que só faltou um globo espelhado descer do teto pra dar aquele visual disco. Principalmente na parte final do show, quando era impossível ficar parado. Olhava para os lados e via todos sorrindo e dançando com a viagem proporcionada pela dupla francesa. Na apresentação, é como se eles mostrassem sua transformação de robôs em humanos. Ao se despedirem, já eram tão humanos que mandaram beijos. Sim, foi igualzinho àquilo que eu já tinha visto/ouvido na internet mas foi emocionante.
Elder Costa | 17:41

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