o coletivo é, acima de tudo, um compêndio do moderno, da necessidade do consumo e da modernidade absurda.

nós somos contra o laico, o neutro, o morno. por isso, a glória está em nosso altar. a glória é um ícone do paganismo, a glória é polarizante, a glória é quente. a glória é uma nova tendência global.

em tempos em que o minimalismo está em voga, trazemos um pouco de vazio para a comunidade que carece de um pouco de abstracionismo barato.

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sexta-feira, 6 de outubro de 2006
Coletivo lê a imprensa
"RG Vogue freqüenta as melhores festas, jantares, eventos, estréias e recepções e faz um registro nada convencional do que aconteceu de melhor", mas RG Vogue nunca veio aqui em casa. Acho que é porque não dou as melhores festas, jantares, eventos, estréias e recepções. Juro que tento: já apareci no Jornal da Globo, mas talvez eu não seja tendência.

Pra marcar sua posição de satélite do cool captando todos os sinais daquilo que é realmente bacana, RG Vogue traz em suas capas grandes personalidades da cultura brasileira. As últimas três edições indicam quem dá as cartas no jet-set tupiniquim e aqui a gente vê o que é hype.


Sônia Braga e sua "volta triunfal", Sandy & Junior ("os irmãos mais poderosos do Brasil") e Caetano Veloso "obsceno e visceral como um adolescente" são o retrato daquilo que importa. Nada mais importa, na verdade, mas RG Vogue ainda nos mostrou:

- a pizzaria mais glamorosa (sic) do Rio que lavava dinheiro
- os gurus e futurólogos dos brasileiros poderosos
- a balada predileta de Madonna
- a viúva mais odiada do rock
- as musas inspiradoras dos principais estilistas
- as duas novas musas da tela global
- a música secreta que Franz Ferdinand gravou no Brasil
- as dez modelos negras que mudaram a moda
- Marcos Mion pelado e sem pudor
Adjetivos, como se percebe, são o que há. Por falar no Veloso visceral e adolescente, não sei se RG Vogue transcreveu alguma música do álbum Cê. De qualquer maneira, eu faço o serviço e mostro pra vocês um pedacinho de "Outro", produção do querido baiano.

Você nem vai me reconhecer
quando eu passar por você
de cara alegre e cruel
feliz e mau como um pau duro
Gente, essa revista é um escândalo. E Caê se jogou nesse novo CD com cheirinho de Nirvana, hein? Vê só o que ele disse: "Há ecos melódicos conscientes dos Smiths em 'Eu Sou Neguinha'". Vai lá, neguinha!
Elder Costa | 16:57

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