o coletivo é, acima de tudo, um compêndio do moderno, da necessidade do consumo e da modernidade absurda.

nós somos contra o laico, o neutro, o morno. por isso, a glória está em nosso altar. a glória é um ícone do paganismo, a glória é polarizante, a glória é quente. a glória é uma nova tendência global.

em tempos em que o minimalismo está em voga, trazemos um pouco de vazio para a comunidade que carece de um pouco de abstracionismo barato.

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quinta-feira, 18 de maio de 2006
Luzes em mim
O Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP) anunciou uma série de ações contra a subsidiária brasileira da americana Google, líder no mercado de buscas na internet. O problema concentra-se no Orkut (...)

A grande popularidade atraiu pessoas interessadas em utilizar o Orkut para realizar ações ilícitas, como propagar mensagens racistas e divulgar fotos e vídeos de pedofilia. Isso levou o MP e a Polícia Federal a requisitar a quebra do sigilo telemático dos responsáveis pelas páginas com conteúdo ilegal. O Google, no entanto, recusa-se a liberar os dados alegando que segue as leis americanas de proteção de privacidade dos usuários de seus serviços. (...)

Segundo Karen Louise Jeanette Kahn, procuradora do MPF-SP, caso o Google continue a ignorar a ordem de abrir o sigilo de seus usuários o MP requisitará a desconstituição da pessoa jurídica do Google no Brasil - o que poderia obrigar a empresa a retirar suas operações do país. "Se permanecer essa posição arrogante de recusa [em cumprir as ordens judiciais], vamos ter de requerer essa medida", disse a procuradora. (...)

Em comunicado enviado à imprensa, o Google afirma que o Orkut é um serviço cuja operação está fisicamente baseada nos Estados Unidos e Reino Unido e que a subsidiária brasileira é "um escritório de vendas que nada tem a ver com as operações do Orkut, não tem acesso às suas informações e não tem controle sobre o serviço". (...)

O MP, entretanto, não concorda com os argumentos da empresa. Karen afirma que a subsidiária brasileira de qualquer companhia deve se submeter às leis nacionais. "Esses crimes são praticados no território brasileiro, por brasileiros e atingem brasileiros", diz. "Queremos que a operação do Google no país siga a nossa regulamentação - e nenhuma outra."
Essa matéria me fez pensar muito numa coisa: o Brasil é o único país do mundo em que os defensores da população pensam assim. Ou eu deveria dizer que é um dos países em que eles gostam de aparecer na mídia?
Elder Costa | 15:00

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