o coletivo é, acima de tudo, um compêndio do moderno, da necessidade do consumo e da modernidade absurda.

nós somos contra o laico, o neutro, o morno. por isso, a glória está em nosso altar. a glória é um ícone do paganismo, a glória é polarizante, a glória é quente. a glória é uma nova tendência global.

em tempos em que o minimalismo está em voga, trazemos um pouco de vazio para a comunidade que carece de um pouco de abstracionismo barato.

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sexta-feira, 5 de maio de 2006
As Mulheres da Minha Vida
Continuando a saga pelas peças comerciais em cartaz em São Paulo, ontem foi a vez de assistir a tal da peça com Antônio Fagundes "e grande elenco". É uma peça OK. Dá pra levar aquela sua sogra noveleira para um programa-família de domingo à noite antes de ir pra pizzaria mais próxima, ela vai adorar ver o Fagundes interpretando ele mesmo. Mas sinceramente? Vale mais a pena economizar no ingresso e partir direto pra pizza. Recomendo a de alcachofra da Avanhandava, ali do lado, deve sair mais barato que só o valor dos ingressos (que vão até 90 reais).

Mas voltemos à peça. Depois da bomba de Garotos de Aluguel, eu estava esperando qualquer coisa - qualquer coisa mesmo. "As mulheres..." chega até a ter uma idéia interessante (definitivamente não é das mais originais - um homem que dialoga com suas lembranças - mas se dessem uma encorpada, poderia dar um bom texto), mas infelizmente a idéia perde-se com o texto fraquinho, a atuação do Fagundes canastrão, o elenco que não é 100% compatível e o cenário-muleta. Enquanto assistia, ficava imaginando as milhões de forma como eles poderiam ter feito - e não fizeram - que deixaria a mesma peça bem mais interessante.

Mas no geral, para o que a peça se propõe - entretenimento de fácil digestão para quem acha que teatro bom é teatro com gente da TV - ela é bem razoável. Possui uma história coesa com começo, meio e fim e tem suas pitadas de humor fácil. E tem Antonio Fagundes à vontade para quem é ingênuo de achar que ele é o melhor da peça.
Maurício Alcântara | 10:48

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