o coletivo é, acima de tudo, um compêndio do moderno, da necessidade do consumo e da modernidade absurda.

nós somos contra o laico, o neutro, o morno. por isso, a glória está em nosso altar. a glória é um ícone do paganismo, a glória é polarizante, a glória é quente. a glória é uma nova tendência global.

em tempos em que o minimalismo está em voga, trazemos um pouco de vazio para a comunidade que carece de um pouco de abstracionismo barato.

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domingo, 30 de abril de 2006
Não venha me procurar
Enquanto a TV transmitia o XV de Jaú jogando contra o Ferroviária comecei a pensar sobre o filme que vi ontem, "Estrela Solitária". Esta última produção de Win Wenders, assim como o jogo, pode ser interessante -- mas não é da 1ª divisão.


A personagem principal é Howard Spence, um ator decadente de westerns que, numa necessidade incialmente inexplicável, foge do set de filmagem e vai ao encontro de sua mãe. Mais tarde começa a busca por um filho que não conhece, fruto do rápido relacionamento com uma garçonete há anos atrás.

Qual seu objetivo ao fazer isso? "Não estou morto", disse Spence debaixo de um viaduto no meio do deserto americano. Possivelmente sentiu que deveria ir atrás de seu passado, repensar sua vida e, talvez, mudar algumas coisas. Ou, numa outra interpretação, estava desesperado pelo rumo que tomou na sua existência.

Alguns personagens, como o empregado da seguradora, a Sandy drogada e o anjo da guarda têm um certo quê comicô que não entendi a razão de ser. Há ainda um pouco de "Flores Partidas" nessa história, com o homem que busca algo naquilo que deixou pra trás, mas o filme de Jim Jarmusch foi muito melhor.
Elder Costa | 12:08

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