o coletivo é, acima de tudo, um compêndio do moderno, da necessidade do consumo e da modernidade absurda.
nós somos contra o laico, o neutro, o morno. por isso, a glória está em nosso altar. a glória é um ícone do paganismo, a glória é polarizante, a glória é quente. a glória é uma nova tendência global.
em tempos em que o minimalismo está em voga, trazemos um pouco de vazio para a comunidade que carece de um pouco de abstracionismo barato.
Eu conheço alguém que entrevistou Manoel Ferreira e Ruth Amaral, compositores das marchinhas de carnaval do Sílvio Santos, tipo "A Pipa do Vovô" e "Transplante Corinthiano".