o coletivo é, acima de tudo, um compêndio do moderno, da necessidade do consumo e da modernidade absurda.

nós somos contra o laico, o neutro, o morno. por isso, a glória está em nosso altar. a glória é um ícone do paganismo, a glória é polarizante, a glória é quente. a glória é uma nova tendência global.

em tempos em que o minimalismo está em voga, trazemos um pouco de vazio para a comunidade que carece de um pouco de abstracionismo barato.

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segunda-feira, 27 de novembro de 2006
Diálogos (oníricos) do Cotidiano
- (...) eu tava no programa de auditório do Silvio Santos, e tinha que jogar as bolinhas mas não podia acertar os defuntos.
- Como assim?
- Mas essa não era a prova mais difícil.
- Então qual que era?
- A que eu tinha que passar correndo debaixo das macas sem derrubar os defuntos.
- Uau!
- Aí no final do programa, vinha um cara que falava pra toda a platéia ir embora.
- Tipo um produtor?
- Não, tipo um coveiro mesmo.
Maurício Alcântara | 20:28

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