o coletivo é, acima de tudo, um compêndio do moderno, da necessidade do consumo e da modernidade absurda.

nós somos contra o laico, o neutro, o morno. por isso, a glória está em nosso altar. a glória é um ícone do paganismo, a glória é polarizante, a glória é quente. a glória é uma nova tendência global.

em tempos em que o minimalismo está em voga, trazemos um pouco de vazio para a comunidade que carece de um pouco de abstracionismo barato.

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sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Índia
O filme do Wes Anderson, "Viagem a Darleejing", é bacana, mas nada mais que isso. Começo a achar que seu estilo plástico, bonito e detalhista está chegando à fase de saturação. Seus cenários são sempre incríveis, mas acabam se tornando um pouco cansativos com o número de informações presentes ao mesmo tempo. Some-se a isso os personagens e a história e pronto: estafa. O grande problema é que se ele fizer algo diferente, vai ser acusado de, bem, ter feito algo diferente. Isso é complicado para alguém que também é acusado desde sempre de fazer o mesmo filme ano após ano.

(Fiz uma promessa a mim mesmo: "não ficarei nervoso com compras de ingressos para a Mostra e tampouco ficarei nervoso com pessoas que não param de falar dentro do cinema". Tendo isso em vista, quero apenas contar que vi "Viagem a Darjeeling" bem próximo a um senhor que não calava a boca. Também não posso me esquecer da mulher que chegou atrasada e via mensagens de texto em seu celular a cada dez minutos. Toda a gente sem educação parece convergir para as salas de cinema nesta época do ano.)
Elder Costa | 12:59

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