o coletivo é, acima de tudo, um compêndio do moderno, da necessidade do consumo e da modernidade absurda.

nós somos contra o laico, o neutro, o morno. por isso, a glória está em nosso altar. a glória é um ícone do paganismo, a glória é polarizante, a glória é quente. a glória é uma nova tendência global.

em tempos em que o minimalismo está em voga, trazemos um pouco de vazio para a comunidade que carece de um pouco de abstracionismo barato.

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domingo, 13 de janeiro de 2008
Cinco Filmes
Pra continuar a série sobre cinema, mais cinco filmes que vi.

"Medos Privados em Lugares Públicos", de Alain Resnais, é uma espécie de "Closer" dans Paris e... Espera. Acabei de ler o seguinte na Contracampo:

Existe a tentação, é comum até, de só se olhar para o enredo e menos para o enfoque, e assim considerar o filme como uma espécie de Closer acrescido de mais dois personagens, incrivelmente melhor atuado, mais elegante (também, não era difícil) e com personagens em idade mais velha.

Saco. Se caí nessa tentação, não posso mais falar sobre esse filme. Leia os comentários daquela revista e ignore os meus. Não tenho mais moral para falar dos outros, mas vou dizer rapidamente o que achei de cada um.

"Mutum", de Sandra Kogut, é bom.

"Meu Nome Não é Johnny", de Mauro Lima, é bom.

"Em Paris", de Christophe Honoré, é bom.

"Xuxa em Sonho de Menina", de Rudi Lagemann, eu não vi.

Elder Costa | 23:35

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