Um fenômeno muito comum na elite paulistana é o das babás. Como se sabe, é bem difícil criar um filho e que mal tem em poder passar o trabalho para uma simpática moça de branco? Hoje almocei num shopping dessa tal elite. Não vou dizer qual é mas, para facilitar o texto e a compreensão, vamos chamá-lo aqui por um nome indígena que remeta ao glorioso passado de Piratininga: Iguatemi.
Pois bem, estava eu a observar o movimento quando ouvi o choro de um bebê. Encontrei a criança nos braços da babá, enquanto sua mãe comia delicadamente a comida comprada no Viena. Por vezes levantava o olho do prato e sorria pro conjunto babá/bebê. A mesma cena pode ser vista em outros locais com alta concentração de capital.