o coletivo é, acima de tudo, um compêndio do moderno, da necessidade do consumo e da modernidade absurda.

nós somos contra o laico, o neutro, o morno. por isso, a glória está em nosso altar. a glória é um ícone do paganismo, a glória é polarizante, a glória é quente. a glória é uma nova tendência global.

em tempos em que o minimalismo está em voga, trazemos um pouco de vazio para a comunidade que carece de um pouco de abstracionismo barato.

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quarta-feira, 27 de dezembro de 2006
Filas
Parece que a gente gosta mesmo de filas. Não faz muito tempo que o Burger King desembarcou no Brasil e trouxe junto filas quilométricas que duraram meses. Me lembro bem que poucas semanas depois da abertura da primeira loja, no shopping Ibirapuera, fui visitá-la e encontrei espera de longos minutos pra chegar ao caixa e fazer o pedido. Claro que desisti.


Eis que no começo de dezembro inaugurou o primeiro Starbucks do país. Conhecido de viagens ao exterior, várias pessoas ficaram efusivas com a novidade e saíram correndo até o shopping Morumbi pra ver a loja e beber naqueles copos de isopor. Pra se sentir em Nova York, sabe como é.

Também passei por lá e, sim, tinha fila. Dessa vez resolvi esperar (uns dez minutos) e comprei um frapuccino, que foi pessimamente copiado pelo Fran's Café com o nome de "franccino" ou coisa assim. A versão americana é melhor, mas nada de espetacular.

Os guardanapos são "printed in USA", um charme pra quem se dispõe a pagar R$ 5,50 pelo capuccino pequeno (que, tudo bem, não é tão pequeno assim) ou R$ 5,00 pelo muffin de blueberry. Não tem wi-fi, mas o som ambiente é jazz e só faltou nevar. Em tempo, o capuccino em Nova York custa US$ 3,45 – uns R$ 7,50.
Elder Costa | 23:31

Comentários:
Tudo bem, tudo bem. tem toda essa palhaçada de querer comprar para se sentir em Nova York, mas esquecendo que aquele lugar é o Starbucks maligno, eu gostei. É um pouco caro, sim, mas gostoso. O ambiente é bom, e a oferta é bem melhor que a do Fran's café. Pelo enos na minha opinião. Beijos, Elder!
Blogger Vanessa Medeiros | 28 dezembro, 2006 20:48  
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