o coletivo é, acima de tudo, um compêndio do moderno, da necessidade do consumo e da modernidade absurda.

nós somos contra o laico, o neutro, o morno. por isso, a glória está em nosso altar. a glória é um ícone do paganismo, a glória é polarizante, a glória é quente. a glória é uma nova tendência global.

em tempos em que o minimalismo está em voga, trazemos um pouco de vazio para a comunidade que carece de um pouco de abstracionismo barato.

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domingo, 5 de junho de 2005
Uma breve viagem
Óquei, a porra da pós-modernidade ta indo embora e a gente não sabe pra onde raios nossa sociedade está indo. O pop de hoje não é mais o pop de outrora. Ok, a Madonna continua sendo a diva para muitos, mas há algum tempo os ícones são tão inconstantes como minha conta bancária.

O fato é que a internet é uma ferramenta importantíssima na criação de novas celebridades-relâmpago, que vão desde mulheres gagas até criaturas que montam em felinos. Mas isto não é perene, não é suficiente. A sociedade de consumo precisa ser abastecida por uma nova força pop que, aliás, vá além de ícones trash que povoaram nossas infâncias. Por isso temos certeza de que festas de música trash são subterfúgios baratos para preencher a necessidade de um ícone forte.

Bobagem. Estes ícones são do passado, não têm vigor para serem cultuados nos dias de hoje, sobrevivem às custas da nostalgia. Por isso, utilizaremos este espaço para elevar celebridades aparentemente com menor brilho em meio ao falido show business ao status de semidivindades de uma nova era da humanidade.
Maurício Alcântara | 00:57

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